Institucional

Bem  vindos ao ventre HOJU

INSTITUCIONAL

Em 1998, na localidade da Candelária, no Morro de Mangueira, um grupo de mulheres moradoras da favela (algumas ainda meninas), acreditaram que poderiam resgatar coletivamente o direito de sonhar e realizar.

Percorrendo um caminho orgânico – baseado no saber transmitido oralmente e no fazer das matriarcas e dos mestres griôs da própria favela – continuamos construindo uma História e de existências e sobrevivências.

Numa comunidade constituída em sua maioria por pessoas negras (descendentes dos africanos que foram sequestrados e escravizados no Brasil), acreditamos em nosso capital cultural como riqueza, ignorando todas as tentativas de silenciamento.

O racismo é um mecanismo sistêmico secular, renovado todas as manhãs como potencializador de sequelas traumáticas que nos afetam tanto como afrodescendentes tanto quanto descendentes do povos pindorâmicos, originários do Brasil.

A cultura ancestral, nosso locus de enunciação, reproduz o útero nutridor das informações do passado sankofa. A memória, laço que nos tornar pessoas de interioridade humana, igualmente todos os elementos da Natureza portadores de energia de alma, apresentando diferentes fisicalidades, são reconexões que nos transformam em comunidade ancestral na eterna circularidade do mundo.

E foi exatamente essa forma de enxergar o mundo que constitui e está a constituir nossa instituição. Pautando a educação nutridora, multilateral e recíproca como ponto de partida de todas as nossa ações, transversalizados pelas culturas afro-pindorâmicas, que estabelecemos nosso chão de esmeraldas verde e rosa integradas aos mais diversosespectros de cores visíveis no arco da aliançaque liga universos espaciais terrenos e aéreos.

Destas iniciativas, nasceu o Projeto Nêga Rosa, a menina dos olhos do INSTITUTO HÓRUS CULTURA, EDUCAÇÃO INTEGRAL E DESENVOLVIMENTO HUMANO, que tem se apresenta como INSTITUTO HOJU, uma organização do Terceiro Setor, sem fins lucrativos, fundada em 25 de maio, dia em que comemoramos a África geográfica e imaterial que mora dentro de cada memória ancestral que carregamos.

Direcionado prioritariamente à população melanidade (afrodescendentes e descendentes dos povos pindorâmicos), nossas ações buscam sempre o livre pensar e as múltiplas formas de restituição da humanidade de todos os seres, incluindo o humanos.

Família Hoju

 

 

 

Nossa História

Um pequeno resumo da nossa história e a construção da nossa Ciberbiblioteca Vó Jacintha de Oliveira Ferreira no Morro da Mangueira.

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Missão

Fomentar a agência da população afro-pindorâmica, utilizando a cultura e a educação policentrada, como base para o desenvolvimento da autonomia e consequente emancipação psicossocial, politica, cultural e econômica.

Visão

Se tornar um modelo de tecnologia social efetiva no desenvolvimento da igualdade socioeconômica pautada na policentralidade e múltiplas dimensões das linguagens afro-pindorâmicas.

Nosso Portfólio

Quer conhecer mais sobre  a nossa história, nossos projetos, trabalhos desenvolvidos e nossa comunidade, baixe o nosso portfólio

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