Nossos Projetos

  • Projeto ANAMNESE – Assessoria Jurídica Gratuita
    Projeto ANAMNESE – Assessoria Jurídica Gratuita
  • Programa de Formação de Plateia Afroincul
    Programa de Formação de Plateia Afroincul
  • Projeto Editora OJU
    Projeto Editora OJU
  • Programa Juventude sem Fronteiras
    Programa Juventude sem Fronteiras
  • Projeto Negrócios Criativos
    Projeto Negrócios Criativos
  • Projeto Nêgateca
    Projeto Nêgateca
  • Projeto Grupo de estudos Mulherismo Africana
    Projeto Grupo de estudos Mulherismo Africana
  • Projeto Esta Noite Eu Sonhei…
    Projeto Esta Noite Eu Sonhei…
  • Projeto Gastronomia da Favela
    Projeto Gastronomia da Favela
  • Projeto Nêga Rosa
    Projeto Nêga Rosa
  • Projeto Kavaleiros do Kosmo
    Projeto Kavaleiros do Kosmo
  • Projeto Eco Mata
    Projeto Eco Mata
  • Projeto ASILI – Afroterapia
    Projeto ASILI – Afroterapia
  • Projeto Arte Cidadã na Rocinha (2010-2012)
    Projeto Arte Cidadã na Rocinha (2010-2012)
  • Projeto Candelária modas e costumes (1998 -2012)
    Projeto Candelária modas e costumes (1998 -2012)
Projeto ANAMNESE – Assessoria Jurídica Gratuita

Anamnese, trata-se de uma parceria com Advogadas pretas, com o objetivo de prestar Orientação Jurídica Gratuita para população preta e periférica.

Programa de Formação de Plateia Afroincul

O Instituto Hórus Cultura, Educação Integral e Desenvolvimento Humano, ou simplesmente Instituto Hoju tem como propósito o fortalecimento da agência da população afrodescendente no Brasil. E para alavancar esta missão, utiliza a cultura como ferramenta de
inclusão nos equipamentos culturais públicos e privados da cidade e do estado, tornando–os acessíveis a população afrodescendente, pindoramica e periférica. Formando plateias com aguçado senso crítico e percepção da importância de ter a sua história ancestral contada também no palcos destes equipamentos.
Pensando nisso, nossa equipe de pesquisa e desenvolvimento criou o programa AfroInCul. Somente este no ano de 2018 o programo ocupou 6500 lugares nas platéias nos teatros e cinemas da cidade, incluindo a população negra e carente nas atividades dos equipamentos culturais do Rio de Janeiro.

Projeto Editora OJU

A primeira editora afrocentrada do país, está estimulando a juventude a produzir conhecimento epistemológico baseado nos referenciais das sociedades africano.
Tradução de publicações de grande relevância para a comunidade negra brasileira, a editora está investindo em reedições de obras importantes e novas publicações de autores negros.

Programa Juventude sem Fronteiras

Quem disse que a juventude não constrói políticas públicas?
O Instituto Hoju acredita na conscientização histórica como caminho essencial a conscientização política da juventude brasileira.
Temos um déficit na formação de nossas crianças pois a política, organização do estado brasileiro, constituição federal e outras legislações de interesse nacional não são matéria de vital interesse no ensino e na instrução dentro dos sistema educacional no país.
Demanda geracionais e territoriais precisam ser norteadas por que faz parte deste público específico.
Como um “favelólogo” poderá criar políticas públicas para a favelas se ele não conhece de fato a realidade e vivência neste local?
Como um adulto pode compreender as necessidade do adolescente e do jovem se o canal de escuta não estiver aberto?
O programa Juventude Sem Fronteiras coloca no front a juventude negra moradora das favelas permitindo-os através da instrumentalização, discutir e desenvolver planejamentos para a construção e políticas públicas participativas. Reuniões presenciais com prefeitos, governadores, ministros, secretários e autoridades instituídas para gestão de nosso estado brasileiro.

Projeto Negrócios Criativos

Etnogestão e etnoempreendedorismo são conceitos chaves no projeto Negrócios Criativos. Multiplataforma o projeto é uma construção conceitual e prática de criação, formalização e gestão de negócios sociais pautados na ética e nos valores ancestrais africanos. Sua estrutura se baseia na análise de estruturas socioeconômicas matriarcais e na adaptação destes modelos a realidade local onde os negócios serão desenvolvidos.
O projeto potencializa negócios que tenham relação com a identidade dos povos africanos e nativos indígenas que povoaram o nosso país.
Nossa filosofia econômica não é o capital pelo capital, lucro pelo lucro. A sustentabilidade é um valor africanos que se compreende como parte integral Natureza x Humano x Conhecimento.
A cada novo produto ou serviço, pensamos qual o impacto ao meio ambiente e quais as formas de minimizá-los e reparação.

Além disso, o dinheiro não é o valor fim dos negrócios que trabalham com a prática de trocas de produtos por serviços, de serviços por serviços e pensa numa organização econômica reparatória onde o dinheiro permanece dentro da comunidade negras até que e comunidade tenha sido empoderada.

Projeto Nêgateca

De todas as linguagens artísticas a mais potente comunicação sem dúvidas é por meio do audiovisual. Filmes documentários, curtas, animações, desenhos, séries …
O cinema é um importante veículo de comunicação imediata e o Instituto Hoju acredita que o caminho do empoderamento da população negra e o combate ao racismo em nosso país também pode ser construído por meio do acesso a filmes e afins que giram em torna da cultura africana e afro diaspórica. Seja por argumentos de lutas raciais ou de conhecimento histórico, o projeto conta com uma curadoria especializada em cinema negro e participação popular na indicação de títulos.
O Instituto disponibiliza em sua página semanalmente links e crítica sobre diversos títulos para acesso gratuito, servindo como banco de dados para acesso a professores, alunos, e espectadores no geral que querem compreender sua história de lutas e cultura por meio da linguagem audiovisual.

Projeto Grupo de estudos Mulherismo Africana

A cultura ancestral remota nossa existência. Sankofa, símbolo adinkra que quer dizer “Sem passado não existe futuro”, traz para o projeto Mulherismo Africana uma reflexão sobre a importância do Matriarcado na África para compreensão das filosofias, modos de vida e organização social dos moradores de favelas e nas religiões de matriz africana.
Um grupo de estudos interdisciplinar que evolui e se transformou em uma sociedade Mulherista Africana.
Traçar uma linha comparativa para descobrir e resgatar história até hoje utilizada pelos povos negros no Brasil, porém sem saber ao certo a origem de determinados costumes.
Como produto do projeto: encontros on line semanais; encontros presenciais mensais com presença de estudantes de outros Estados do país; tradução de textos, livros e em fase de editoração a primeira publicação sobre o tema com o selo da Editora HOJU.

Projeto Esta Noite Eu Sonhei…

O direito de sonhar nos foi furtado… todas as violências empreendidas contra o povo negro e de favela, retirou do jovem a potência que é sonhar…
O projeto “Esta noite eu sonhei…” busca, através de uma abordagem lúdica a inspiração nas sociedades africanas que baseiam o desenvolvimento, cognitivo, holístico e psíquico de sua cultura, orientada pelos sonhos.
Os sonhos, que para o ocidente reflete aspirações programadas pelo cotidiano, para os povos africanos, ensinam, sinalizam, constroem valores e são essenciais e sagrados para toda a comunidade.
O universo onírico é o canal de comunicação com o asili*** africano de onde resgatamos os valores, a ética e o comportamento humano.

Projeto Gastronomia da Favela

Aquele do cheirinho delicioso que acaricia nossa memoria afetiva quando lembramos das nossas bisavós, avós, avôs?
A comida sempre foi momento de reunir a família em volta da mesa, contar história, dar muita risada. E as receitas que passam de geração em geração, se tornam deliciosos, segredos, e guardam afetos traduzidos em temperos familiares e pratos tradicionais?
E o quê que baiana tem? As matriarcas negras que inauguraram no país uma nova forma de comércio, ocupando os espaços urbanos e expondo seus tabuleiros de deliciosos quitutes.
Uma gastronomia rica, que soube utilizar ingredientes desprezados na gastronomia convencional, se transforma a partir da criatividade para deixar na história do patrimônio imaterial do país sua indelével marca.

Projeto Nêga Rosa

A estética negra nunca foi o padrão da beleza na sociedade brasileira. O racismo estrutural institui padrões inatingíveis a maioria da população que tem sua descendência africana e indígena.
Este fator causou inúmeros complexos psíquicos à construção da identidade de mulheres negras. Aliada da questão racial, o fator socioeconômico potencializou os estigmas sociais e o preconceito.
Esta percepção fez o Instituto Hoju junto com sua equipe pedagógica, criar o projeto Nêga Rosa.
Um projeto de resgate da autoestima de mulheres negras moradoras de favelas do Estado do Rio de Janeiro.
Possibilitar ferramentas de suporte ao pleno desenvolvimento humano, através do resgate de sua cultura ancestral afro indígena.
Utilizar a etnogestão e o etnoempreendedorismo para transformar os saberes culturais afro-indígena em possibilidade de negócios e potencialização de talentos para geração de trabalho e renda as mulheres, matriarcas em suas famílias e comunidades.

Projeto Kavaleiros do Kosmo

Os heróis negros iniciaram sua chegada nas telas e nos gibis. A literatura de maior acesso público ainda dá os primeiro passos na construção igualitária de protagonistas que tenham em suas peles os diversos tons da nossa sociedade brasileira.
O racismo estrutural que reafirma as desigualdades em nosso país está fortemente marcado em todas as formas de comunicação e linguagens artísticas, inclusive nas artes visuais.
O projeto kavaleiros do Kosmo é uma iniciativa que além de formas novos produtores, investem da produção de conteúdo afrocentrado. Que tire o negro apenas do antagonismo para inseri-lo também no protagonismo.
Produção de curtas, roteiros, argumentos onde a cosmogonia África é a base para o desenvolvimento criativo dessas produções.
Com foco prioritário no público adolescente e jovem o projeto está em busca de investimento para montar sua escola continuada dentro do Degase Unidade Ilha, órgão responsável pela aplicação de medidas socioeducativas a adolescentes e jovens em 

Projeto Eco Mata

A Escola Cosmorgânica e Medicina Tradicional Afro-Pindorâmica é o lugar de estreitamento de vínculos com a Mãe Natureza e Mãe Terra. Objetivando a restauração de terrenos não produtivos, a proposta da ECO é recondicionar o solo através de um sistema circular de reaproveitamento e reuso de resíduos orgânicos, bio água, captação de energia solar e diversas formas de manejo de cultivo agropecuário de baixo custo e pautado nos princípios éticos e filosóficos das agricultura e pecuária matriarcal e dos povos tradicionais afro-pindorâmicos.
Cultivo orgânico, transformando locais não-produtivos em comunidades locais de abastecimento alimentar que promova saúde e bem-estar e ralações de troca dentro de uma economia ecológica, circularmente sustentável

Projeto ASILI – Afroterapia

Asili é um programa de psicoterapia exclusivo a população afrodescendente. Seguindo o conceito do asili, o berço de onde nascer as experiências vivencias da comunidade africana da diáspora, usando a prática terapêuticas a parti da bio interação e
saber ancestral.
Sua experiência não nasceu na Europa! Seguindo o conceito de Asili, o berço onde nascem as experiências vivenciais da comunidade africana da diáspora, nossa equipe de terapeutas vem desenvolvendo práticas terapêuticas a partir da bio interação e saberes ancestrais.
Por muitos séculos, os saberes africanos e dos povos pindorâmicos(povos das floresta) foram classificados como primitivos. Hoje, os profissionais afrodescendentes, conscientes da importância de práticas pautadas na nossa experiência como povo africano na diáspora Brasil, focam seu trabalho nos legados traumáticos causados pelo racismo.
Buscando mecanismos que possibilitem a desblindagem cognitiva. Nossos primeiros atendimentos são coletivos, pois o sociocentramento é um dos princípios básicos das civilizações africanas. Nestes encontros, os profissionais atentos as vivencias de cada um dos participantes indicarão o tratamento mais adequado, de acordo com cada caso.
Acreditar numa unidade comum, nunca foi negar a nossa diversidade

Projeto Arte Cidadã na Rocinha (2010-2012)

Um proposto pelo Núcleo de Responsabilidade Social do GRESA da Rocinha, o Projeto Arte Cidadã criou oportunidades profissionais na indústria do carnaval para jovens de 15 a 29anos. A Coordenação técnico-pedagógica do projeto foi executada pelo Instituto Hoju e formou mais de 200 jovens moradores da Rocinha nos ofícios do carnaval carioca. Alguns desses jovens hoje são chefes de atelier em grandes escolas de samba do carnaval do Rio de Janeiro.

Projeto Candelária modas e costumes (1998 -2012)

Há 19 anos atrás na Mangueira a ONG Meninas e Mulheres do Morro já acreditava no resgate da memória cultural ancestral como forma de elevação da autoestima de crianças, adolescentes e jovens negros moradores da do morro da Mangueira.
O projeto Candelária Modas e Costumes resgatou a memória da favela, colocando a oralidade africana, a arquitetura local, a poesia e os antigos moradores como protagonistas na cena cultural da comunidade e fora dela. Mais o que o Instituto Hoju tem a ver com este projeto?
O sonho de potencializar a juventude das favelas através do resgate da memória cultural ancestral nasceu ali, bem nos pés do Morro de Mangueira mais precisamente na Candelária. Uma adolescente que “brincava” de coordenar o projeto, pois ainda não tinha
a noção da responsabilidade e do impacto dessa história, começava a nortear a montagem do nascimento do HOJU, (foram 12 anos de espera para a formalização). As altas taxas cartorárias para o registro e a necessidade de uma prestação de serviço especializada, impedia o registro, apesar de ser um impeditivo para a formalização, nunca paralisou as ações contínuas do instituto.

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